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Leitor | Anápolis | 02/12/2015
Parabéns pelo site. Muito bonito.


Raquel Saad | Anápolis-GO | 21/04/2015
Simone, a parabenizo por este apaixonante trabalho. Quando li "O aprendiz de Tiradentes" simplesmente me encantei pela história, que me fazia querer ler mais e mais, pois eu sentia vivê-la. Este foi um dos livros que mais gostei de ter lido e recomendo essa leitura a quem ainda não a fez. Tenho certeza de que também se tornarão fãs da Simone depois deste livro. Um grande abraço!


Maria Regina de Bessa da Matta | Anápolis-Goiás | 11/02/2014
Cara Simone, neste domingo acabando um período de recuperação de um procedimento cirúrgico, li o seu livro nunca tinha tempo e devido a isso foi possível, e não poderia ter sido um momento melhor, foram ótimas as lições passadas no interior da história parecia que foram escritas para mim, obrigada por ser uma pessoa tão sensível e culta, através de você me recuperei senti-me forte e passível de vitória neste dias em que me sentia triste e sem perspectivas de felicidade, obrigada novamente e que Deus a continue iluminando com esse dom maravilhoso, abraços!


Sandra Cristina Rodrigues Lopes | Anápolis - Go | 05/02/2014
Simone,
A Paz de Cristo!
Seus livros são recheados de magia, encanto, muita sensibilidade e temperados com saborosas pitadas de uma doce cultura. Ler as histórias é caminhar pela imaginação e aventurar-se por um mundo de novas descobertas históricas, literárias e de ensinamentos para as nossas vidas. Foi um prazer conhecê-la e poder partilhar de seu talento. Que Deus continue a abençoar seus caminhos!!! Um abraço carinhoso.
Sandra Cristina.




Millena | | 29/10/2013
Olá,Simone.
Estou concluindo minha leitura de O Aprendiz de Tiradentes. Nunca entendi a inconfidência mineira com tanta clareza, e devo-te os parabéns pela obra. Sou uma futura estudante de História, e pretendo algum dia lançar um livro.
Millena



Sandra Scherer | | 30/09/2013
Cara Simone Athayde,
pretendo adquirir todos os seus livros. A história de "O aprendiz de Tiradentes" é cativante e emocionante, e ao misturar ficção com História do Brasil acaba nos ensinando de maneira agradável um pouco daqueles acontecimentos.
Obrigada! S. Scherer



Minervino Morgado | Anápolis | 25/09/2012
No mundo em que vivemos existem imensos parreirais; infelizmente nem todos sabem fazer a Colheita das Uvas na hora certa. Ou, nunca colhem.
Minervino Morgado



Noemi A. M. Deleu | Anápolis - GO. | 23/07/2012
Simone, não sou escritora como você para saber colocar perfeitamente em palavras o que realmente sinto mas, sou uma apreciadora das belas palavras que despertam sentimentos de curiosidade, expectativa, romantismo e ensinamentos construtivos.Suas palavras sim, forman esse emaranhado de sentimentos. Amei todos seus com suas palavras enriquecedoras de conhecimento. Obrigada, obrigada por todas essas palavras contidas seus livros.Abraços carinhosos, Noemi Deleu.


Antônia | Fortaleza | 11/05/2012
Cara escritora Simone Athayde,
Sou professora do ensino fundamental e ganhei seu livro O espelho amalucado de uma amiga. Gostei muito, o enredo é interessante e as ilustrações de qualidade. Vejo que pode ser uma boa obra a ser adotada nas escolas.
Parabéns!
Antônia



Roberta | São Paulo | 02/05/2012
Olá, Simone, conheci seu livro através da indicação da Revista Cidade Nova e amei sua história. A maneira como você faz sua narrativa, entrelaçando ficção com História do Brasil é cativante e digna de ser transformada em filme ou minissérie, tal como ocorreu com a obra "A casa das sete mulheres". Desejo-lhe sucesso. De uma fã,
Roberta.



Érika | Porto Velho-RO | 15/12/2011
Cara Simone,

Sou amiga do seu querido esposo Gustavo. Fui presenteada com sua obra Calipso há algum tempo e desde então estou ávida para conhecer seus demais trabalhos, os quais, conforme promessa recente de seu esposo, vou recebê-los em breve (presente de natal..rs).Grande é minha ansiedade porque já ouvi vários e excelentes comentários acerca do "O Aprendiz de Tiradentes" .
Gostaria de deixar aqui minha admiração por seu magnífico trabalho. Como profissional do direito e filha de professora, sempre gostei de ler e simplesmente me apaixonei pela forma deliciosa com que você escreve, provocando emoções com sua sensibilidade e detalhes minunciosos que nos fazem quase parte da estória. Meus sinceros parabéns e que Deus continue e lhe iluminar para que continue abrilhantando a literatura brasileira.
Abraço,
Érika



Kênia | Brasília | 01/11/2011
A grandiosa obra
Oi amiga, tudo bem? Até que enfim li o seu livro.
Demorou muito para eu começar, mas, quando iniciei,
o devorei em dois dias.
Que texto maravilhoso, muito bem elaborado e gostoso de se ler. A gente começa e não quer mais parar, é uma leitura que não cansa. Nunca li nada parecido.
Você está de parabéns tanto por esse livro quanto pelo outro que já li(Calipso e Ulisses).

Obrigada por nos presentear com obras tão perfeitas...
Kênia Vieira



Maria Helena | Londres | 25/10/2011
Oi Simone, terminei de ler o livro. Ainda continuo sem palavras para falar sobre ele. Fui uma ótima aluna de História Geral, do Brasil e de Goiás; na minha época estudava-se as três, fora Instrução Moral e Cívica (IMC), mais tarde OSPB (Organização Social e Política Brasileira), portanto, saíamos bem preparados e eu apreciava essas matérias com um certo exagero, digamos; gostava muito e gosto até hoje de Geografia, que também na minha época tínhamos a de Goiás, do Brasil e a Geografia Geral. Até hoje sou fissurada nestas áreas. Acho que e por isto e pela maneira de você relatar as passagens da Inconfidência Mineira que fiquei tão emocionada e ao mesmo tempo triste ao terminar a leitura, angustiada mesmo, ao relembrar aqueles fatos e emocionada com a realidade misturada com ficção (assim eu entendi); a sua maneira de escrever a historia de Tiradentes, tão real e tão triste, foi muito sábia, misturando a história de seus pais, fazendo a gente acreditar de verdade que viveram aquela época. Emocionei-me muito e não seria exagero dizer que foi um dos melhores livros que já li (eu que tenho 63 anos e leio desde menina). Parece "confete", mas eu sei que você não vai entender assim. Para você a minha mais profunda admiração. Maria Helena.


Maria Helena | | 20/10/2011
Você já é uma escritora internacional, isto porque li seu primeiro livro (Calipso e Ulisses) quando estive aqui em Londres e agora tive a grata satisfação de ler "A Ilha Triste e outras histórias" aqui na casa de minha filha Ana, novamente fora do Brasil - Londres. Encantei-me ao ler a dedicatória, feita com tanto carinho ao seu Gustavo, e em seguida o prefácio, escrito pelo nosso ilustre Jose Mendonça Teles. As histórias foram lidas com empolgação, numa "sentada só", parafraseando o José Mendonça que disse ter lido numa só "deitada". Fiquei tão emocionada que durante a noite eu vivia cada história, relembrava cada palavra tão bem escrita, que apesar de ter gostado tanto do primeiro livro quase não acreditava no que estava sentindo. Então Ana me sugeriu que eu te passasse um email, mas este email esta virando uma carta, porque a emoção é grande e eu não estou conseguindo ser objetiva. Mas é isto ai, Simone, no "frigir dos ovos" gostei demais, não só das historias como das poesias, que muito me emocionaram, não saberia escolher a melhor, ou a mais bonita, todas me tocaram profundamente, assim como as histórias, sendo "Conto insignificante para uma pessoa quase comum" a que talvez possa ter me trazido mais lembranças de minha infância, ou de toda minha vida. Concluindo, desejo a você muito sucesso como escritora, principalmente muita alegria ao lado do seu Gustavo, das crianças e do restante de sua família. Abraços da Maria Helena.


Waleska | | 19/10/2011
Simone, após nove meses no mestrado em Literatura e Crítica Literária, os livros literários são bem mais saborosos, pois me sinto em um momento de cura, a cegueira que antes limitava enxergar imagens, a poesia, está sendo amenizada. Isso me auxilia em minha prática docente, desde o início busco estimular meus alunos a lerem a literatura e se deliciarem, pois é o que faço e almejo dia a dia que eles sintam o mesmo prazer. Por isso não é fácil selecionar obras literárias para turmas de adolescentes, a dificuldade não se encontra na busca de apenas agradá-los, mas de mostrar o que realmente é a arte da escrita e como a linguagem literária é ampla; e cura. Nesta tentativa, a meu ver, eterna, pois a cada ano rostinhos novos se apresentam na Instituição que leciono, lembrei de você, ou melhor, de Calipso e Ulisses, recordei como a leitura feita por mim de sua obra foi significativa, do engendrar da obra que encanta, estranha, dialoga, rompe, aproxima e afasta, característica que Octávio Paz atribui a verdadeira obra de arte. Sendo assim, o escolhi para leitura com meus alunos da 1ª série do Ensino Médio. Neste momento, eles estão lendo seu escrito; posteriormente comento sobre como se deu o trabalho e o seu resultado.
Mas não terminei, você também não, escreveu mais um romance: O aprendiz de Tirandentes, este também escolhi para ser lido por minhas cinco turmas do Ensino Médio, da 1ª a 3ª série, e sabe o resultado? Alunos lendo seu livro pelos corredores, indicando para amigos e familiares, os que não podiam comprá-lo “brigavam” para conseguirem ler o que eu havia emprestado. E mais, no momento da discussão, muitas críticas foram realizadas, sobre a linguagem literária, a relação com a História e outras obras literárias, o desfecho dos personagens, a estrutura da obra (que vai se construindo com a leitura atenta), o envolvimento entre narrador-leitor, lágrimas tanto de garotas como garotos foram relatadas e ficou algo em aberto: quando conheceremos a autora Simone Athayde? Estamos aguardando-a aqui na Unidade Integrada SESI SENAI de Niquelândia.
Parabéns por suas obras que permitem “a imersão nas águas originais da existência” (PAZ, 1982).



Rogério | Goiânia | 18/10/2011
Depois das considerações da Rita, de Florianópolis, que é profunda conhecedora de literatura e às vezes crítica feroz 'duela a quién duela', fico mais sossegado e livre para escrever sobre sua obra. Pela nossa relação de amizade e respeito, com boa dose de amor fraterno, sempre cismei que, ao publicar um elogio ou anunciar um livro novo, poderia sobressair a falsa impressão de parcialidade.
Rita conseguiu ir além do que eu poderia escrever, porque ela abordou o contraste entre o ensino formal de História do Brasil, insosso como sempre foi, com a riqueza de sua bela cria 'O Aprendiz de Tiradentes', fruto de pesquisas que imagino extenuantes e de sua natural capacidade de romancear com maestria. Se a verossimilhança já está presente em suas obras de ficção, o que dizer de um romance baseado em fatos históricos?
Agradeço sua generosidade ao citar-me nos agradecimentos (eu até nem contribuí tanto assim), e vejo com satisfação que de alguma forma minhas palavras de incentivo ajudaram você a tocar em frente seus projetos e sonhos.
Tenho muito orgulho de você.



Rita | Florianópolis | 17/10/2011
17 de outubro de 2011
A Inconfidência com prazer


Durante alguns anos não fui muito fã de História do Brasil na escola. Não quero me eximir de minha parcela de "culpa", mas sei que parte de minha alienação em relação à disciplina vinha da forma enfadonha com que a grande maioria das aulas eram ministradas. Cheguei a ter professores que permaneciam sentados durante toda a aula, pediam que um ou outro aluno lesse certo trecho do livro e mandava que sublinhássemos a parte que seria cobrada nas provaszzzzzzzz. Era o preâmbulo da decoreba e assim, no ano seguinte, passávamos adiante na matéria sem fazer qualquer conexão com o conteúdo visto no ano anterior. Nada de mapas, gráficos, encenações ou qualquer outro recurso ou abordagem que de fato envolvesse os alunos em discussões apetitosas ou que acendesse aquela vontade de conhecer mais, saber o que viria depois. Felizmente esse não foi o caso de todos os professores de História que tive, mas sei que esse quadro não é exceção. Enfim, nem era disso que eu ia falar, olhem o tanto que divago.


Ia falar do livro que li nessa semana que passou, O Aprendiz de Tiradentes, da escritora goiana Simone Athayde. Inevitável pensar na soneira das aulas de História em contraste com o prazer de ler, com vontade de passar logo à próxima página, sobre um fato tão relevante na história da formação de nossa nação como foi a Inconfidência Mineira. Ia lendo e imaginando como seria legal se aos alunos dos ensinos fundamental e médio fosse dada a chance de se aproximar da História assim, com sabor. Vejam que estou imaginando que o quadro atual das aulas de História mantém alguma semelhança com parte de minha própria experiência no passado, pois não tenho conhecimento de causa para afirmar que de fato ainda é assim ou assado. Não sei como escolas públicas e particulares lidam como o ensino da História para a geração atual de alunos, mas acho que, com alguma margem de acerto, é possível imaginar que os dois quadros não difiram em tudo. O fato é que O Aprendiz de Tiradentes resgatou meu interesse por um período fascinante de nossa história e só por isso já teria valido a pena a leitura.


O livro mescla ficção com pesquisa histórica e conta a saga pessoal de Hélio, um garoto muito pobre que se torna ajudante de Joaquim José, cirurgião-dentista atuante em Vila Rica na reta final do século XVIII. Aprendiz e amigo de seu mestre, o garoto acompanha bem de perto o desenrolar das tramas que culminaram com o trágico fim dos inconfidentes. Paralelamente, Hélio vive sua história de amor com Ana, cuja mãe, Joana, também se envolve com Joaquim José, o Tiradentes. Meu lado docinho gostou muito do Tiradentes do livro, apaixonado e ansioso; aos meus olhos, a imagem casa muito bem com a figura do idealista que queria ver seu povo livre do julgo (insano) da coroa portuguesa. E achei que o envolvimento de Tiradentes com Joana teve peso certo na trama: a história de fundo, com amor impossível , servindo de tempero ao fundo histórico, central no livro. A prosa de Simone tem trechos assim:


"A feira consistia em um amontoado desorganizado de barracas improvisadas, mesinhas de madeira ordinária e tapetes grosseiros atirados ao chão, nos quais os comerciantes expunham, de maneira precária, suas mercadorias. Tudo ali se vendia ou se trocava. Animais vivos, como porcos, galinhas e cabras, misturavam-se aos seus congêneres mortos, ali mesmo abatidos e limpos pelas mãos experientes e nada higiênicas de vendedores de carnes. As carcaças, jogadas ao chão, eram disputadas por miseráveis e por urubus que, pela constância do acontecimento, já não se estranhavam. Prostituas negras e brancas ofereciam-se a quem pudesse pagar-lhes pelo menos o que de comer. Outros gêneros, como o café e o açúcar, mais caros e, por esse motivo, mais nobres, eram dispostos em área afastada da balbúrdia.
O lugar era barulhento, sujo e mal cheiroso, como tantos outros de Vila Rica e das outras cidades da colônia. Para os moradores, acostumados com situações insalubres, havia muito a se ver, comprar ou provar num lugar desses. Porém, quando Hélio chegou à feira, não pôde ver mais nada, nem pensar em outra coisa que não fosse aquela menina bonita que, de pé, ao lado de outra mulher, vendia ervas na barraca em frente àquela a qual deveria ir."




Gostei de ler sobre Tomás Antônio Gonzaga e sua infeliz história de amor nunca concretizada com sua Marília e de visualizar Claudio Manuel da Costa e seus parceiros idealizando as Cartas Chilenas. Foi ótimo também entender de verdade as razões que levaram o sacana Silvério dos Reis a delatar os inconfidentes. Esses e outros personagens históricos circulam, assim como Hélio, Ana e Joana, por uma Vila Rica miserável, mais uma das cidades que amargavam a condição de colônia de um reino que sugava até o último grama de nosso ouro. Lendo O Aprendiz, e levando em conta que a pesquisa de Simone nos renda um quadro verossímil das posições sociais dos principais inconfidentes, também fica fácil supor as razões que levaram Tiradentes a ser o único sacrificado na forca, enquanto aos outros foi concedida a permuta da pena de morte pelo degredo na África: sem relações com o governo ou posto de poder, sobrou-lhe o título de idealizador da inconfidência. Tiradentes certamente foi uma voz forte na tentativa de levante, mas parece evidente que seus parceiros de ideias tiveram papel igualmente relevante no movimento, afoitos que estavam com a novíssima independência dos Estados Unidos. O reles alferes que nunca avançou na hierarquia militar, o cirurgião-dentista que tratava a população paupérrima em troca de pouco, foi a cabeça premiada para servir de exemplo a quem ousasse sonhar em questionar o poder da coroa portuguesa. Tempos difíceis, ui. Não que ser forçado a deixar família, trabalho e sua terra para viver sozinho do outro lado do oceano seja pena leve, mas o enforcamento de Tiradentes tem certo ar de "vamos mostrar quem manda", algo além da punição.

Se eu fosse professora do ensino médio atualmente, adotaria o livro de Simone como leitura. Mataria dois coelhos: colocaria nas mãos dos alunos um bom exemplar da literatura brasileira que se produz atualmente e mostraria como pode ser gostoso aprender História.
Rita - do site Estrada Anil



Brunna Alves | Niquelândia-GO | 05/10/2011
Oi Simone,

Nossa, confesso que quando a minha professora de português inventou essa história de ler dois livros da mesma autora fiquei meia entendiada. Pensei que seriam livros didáticos, e muitoo chatos! Mas não; seus livros são ótimos, tanto Calipso e Ulisses quanto o Aprendiz de Tiradentes !
Calipso e Ulisses é um dos melhores livros que já lí .. é uma história linda .. Parabéns (:

Beijoos *-*



Christiane | São Paulo - SP | 14/09/2011
Seu livro é fantástico!! A princípio achei que fosse uma homenagem ao nosso patrono, ou um revisão da história deste país. Mas fiquei boquiaberta em constatar que o passado e o presente se confundem, ou melhor, os problemas do passado são os mesmos do presente!!!Por Deus Hélio estava certo quando dizia mais ou menos assim: “Quem me garante que com a república a corrupção não vai continuar?” Pois é... a veja dessa semana fala exatamente isto:” Chega de nos fazer de palhaços”! Meu Deus Simone como você consegue passear pelas diversidades da literatura e de forma tão tranqüila colocar à mostra nossa realidade?
Grande beijo e mais uma vez, PARABÉNS!!

Christiane Iwamoto



José Mendonça Teles | Goiânia | 31/08/2011
Querida Simone,
Ainda estou com O aprendiz de Tiradentes rodando na minha cabeça. É o melhor livro sobre Tiradentes que eu já li.
Um abraço.
Mendonça



Michelle Nascimento | Niterói | 31/08/2011
Simone, vc não vai acreditar! Acho q cheguei a comentar com vc q eu tinha começado a ler seu livro Aprendiz, mas dei uma paradinha para organizar a primeira semana de aulas. Acabei deixando o livro "de lado". Deixei ele de propósito perto de minha cama, num lugar visível, pra eu não relaxar. Enfim, sábado passado retomei a leitura. Não sei se vc é assim, mas eu (msm qdo o livro é bom) fico observando e contando as páginas q faltam para acabar, assim eu fico imaginando oq ainda pode acontecer, qto tempo os personagens ainda tem pra agir, coisas do tipo. Amiga, peguei o Aprendiz depois do almoço de sábado, na p. 19 e pensei "nossa, não li nem 10%". À noite, por volta das 23h, eu estava meio zonza de sono, mas não conseguia largar o livro, mas parei qdo Tiradentes vendeu o Tonho (fiquei com raiva dele, tá?! heheh) E no domingo acabei de ler tudo. Não sei se te disse isso qdo li Calipso e Ulisses, mas vc tem um dom impressionante! O desenrolar dos fatos, começar a história "pelo fim" foi incrível! Emprestei o livro de contos para um amigo e ele tb te elogiou muito! Essa semana empresto o Aprendiz a uma amiga q tb já se interessou. Não tenho palavras pra te dizer o quão bom é seu livro! Um abraço,
Michelle



Maria Celina | Rio de Janeiro | 31/08/2011
Simone,Acabei de ler “O aprendiz de Tiradentes” na semana passada e da metade para o final, não conseguia passar um dia sem pegar o livro. Acho que demorei um pouco na primeira metade, pois talvez quisesse adiar os momentos sofridos de Tiradentes, dos meus queridos poetas Tomás Antônio Gonzaga, Cláudio Manuel da Costa e de tantos outros envolvidos na Inconfidência Mineira. Gostei muito de ver Joaquim José em momentos tão comuns e felizes com seus pacientes, com seus amigos, com sua Joana... E o romance de Tomás Antônio e Maria Dorotéia? Que delícia você ter me colocado lá para ver como tudo começou, como todos tiveram dias melhores antes do caos. Na época da Escola só se ressaltava o final trágico daqueles que tentaram libertar o Brasil da opressão da Coroa portuguesa, mostrando o heroísmo de Tiradentes, que tomou para si toda a responsabilidade do movimento e foi morto como traidor, tornando-se anos depois um mártir. Você deu vidacompleta a esse meu herói de infância.Através de suas palavras pudemos ver esse herói com todos os sentimentos normais de um homem de sua época: compaixão pelos escravos, paciência e perícia com os doentes, revolta contra os desmandos e corrupção, ternura, amor, amizade, lealdade e medo, muito medo diante da morte iminente.Parecia que eu podia vê-lo no seu sofrimento final de tão emocionante que foi sua descrição minuciosa dos acontecimentos .Outro momento impactante, em que quase perdi o fôlego, foi o trecho que relata o assassinato de Cláudio Manuel e de sua família. Meu coração ficou apertado.Você, Simone, sabe realmente transportar o leitor para a história que está contando e faz despertar nossos sentidos como se estivéssemos vivendo tudo aquilo também. Isso é uma característica que só os bons escritores têm.Adorei os personagens que você criou: a curiosidade, simplicidade, perseverança e lealdade de Hélio e o seu amor puro por Anna, tão terna e ao mesmo tempo forte, ajudando sua mãe e depois seu marido. A Joana é uma típica guerreira, sempre lutando com dignidade pelos seus ideais. E Tempestade? O que falar de Tempestade? Que ser maravilhoso você criou. Que exemplo de superação do ser humano, além de honestidade e fidelidade à amizade.No final do livro me identifiquei um pouco com o sentimento de Hélio que estava deprimido com sua impotência diante de coisas que não conseguia mudar. Às vezes fico assim, mas também como ele, quando entro numa sala de aula e olho os meus alunos me esperando para iniciar as atividades de professora, vejo que, apesar de o meu trabalho diário não representar uma grande revolução, também é importante e pode melhorar a vida de alguns.A única conclusão triste a que chego é que se compararmos o Brasil daquela época com o de hoje, vemos que, mesmo depois de tantas lutas, poucas coisas mudaram com relação à corrupção, a exploração dos mais fracos, a vontade dos poderosos de sempre levarem vantagem em tudo sem pensar em ninguém e a impunidade. Estamos precisando de um outro herói.Sucesso!Beijos da fã,
Celina



Gabriel Léger | Curitiba | 15/08/2011
Prezada Simone

Desde que li “Calipso e Ulisses”, que o José Gustavo gentilmente me ofertou, assim com a outros colegas procuradores, me sinto em dívida para com você, para lhe dizer o quanto gostei da leitura. Ao tempo em que o lia imaginava-o roteirizado num daqueles casos especias da Rede Globo. Disse pessoalmente ao Gustavo que havia gostado muito, mas a correria do dia a dia acabou por postergar esta mensagem diretamente a você
Também me marcou a coragem e determinação com que você se lançou na empreitade de assumir sua porção escritora, pelo que a parabenizo e a encorajo a seguir em frente.
De todos aqueles a quem passei o livro só ouvi elogios. Em julho recebi uma cunhada que mora no interior do Paraná. Ela é professora de artes. Eu lhe emprestei o livro para levá-lo à praia, para que o lesse acaso o tempo estivesse feio por lá e ela tivesse que ficar no apartamento. Ela nem chegou a levá-lo. Leu de uma sentada só e adorou. Fez propaganda para outra cunhada, que esteve nesta semana em minha casa e pediu para lê-lo. Também o leu em uma só tarde, ávida pelo desenlace final. Da mesma forma, os elogios se renovaram.
Parabéns e continue sua jornada de escritora, pois sua obra tem o dom de tocar o coração dos leitores.
Um abraço,
Gabriel




Evelyn Pareja | Manaus-AM | 05/08/2011
Adorei o livro, não apenas por me permitir conhecer mais detalhes sobre a vida e morte deste mártir (Tiradentes), mas também pela grande emoção sentida no amor, conquanto fictício, entre Tiradentes e Joana. Antes do fim trágico, muito desejei que pudessem viver, pelo menos uma vez, o lindo amor que nutriam um pelo outro... Parabéns pela inspiradora obra literária.


Revista Cidade Nova | | 19/06/2011
Resenha na revista Cidade Nova, por Fernanda Pompermayer, no link: http://www.cidadenova.org.br/RevistaCidadeNova/ArtigoDetalhe.aspx?id=4537

Aplausos - Livro

Livro: O aprendiz de Tiradentes Por: Fernanda Pompermayer Autor: Simone Athayde Editora: Editora Kelps, Goiânia, 2011 O dia 21 de abril deste ano teve um novo sabor para mim. Não só porque coincidiu com a Quinta-feira Santa, nem porque o feriado teve um dia a mais. O motivo principal foi a leitura de um livro que resgatou alguns parcos conhecimentos da minha infância escolar. Todos nós, brasileiros, aprendemos que um cidadão chamado Tiradentes (por exercer o ofício de dentista e de cirurgião) foi martirizado no dia 21 de abril de 1792, por lutar pela independência do Brasil. Sabemos que ele era um “alferes” (um oficial) com um longo nome: Joaquim José da Silva Xavier. E fica mais ou menos por aí. Ao ler o livro, “O Aprendiz de Tiradentes”, da goiana Simone Athayde, mergulhei mais a fundo na história da liberdade do nosso povo, descobrindo fatos, detalhes desconhecidos, informações que compuseram um quadro mais completo da época em que isso era ainda um sonho. O pano de fundo é um relato histórico real. Sobre ele a autora tece uma trama de relações sociais, políticas e pessoais. A linguagem não tem nada a ver com a aridez de um livro de história: cada capítulo lido deixa aquele gostinho de “quero mais”… A figura de Tiradentes emerge de um modo muito mais humano e socialmente engajado do que se pode imaginar. O cenário é a província das Minas Gerais, principalmente a cidade de Vila Rica. A época é a segunda metade do século XVIII. A exploração dos camponeses e mineradores grita por vingança. Os governadores provinciais que se sucedem no período encarregam-se de executar com rigor as ordens da metrópole portuguesa, que exige muito mais do que os súditos da colônia podem dar. As minas de ouro e de diamantes começam a se esgotar; o preço do açúcar no mercado externo está em declínio. Forma-se uma conjura de intelectuais, poetas e clérigos que começam a pensar numa revolta articulada. É o núcleo da Inconfidência Mineira. Entre eles encontramos nossos velhos conhecidos: Tomás Antônio Gonzaga (lembram da “Marília de Dirceu”?), Cláudio Manoel da Costa, Inácio Alvarenga, o cônego Luís Vieira e o pe. Carlos Correia de Toledo. O sangue de Tiradentes ferve. O seu trabalho junto ao exército – que ele alterna com as atividades de dentista e cirurgião – coloca-o frente a frente com a miséria do povo, que cresce na medida em que se embrenha pelo interior. Como não reagir? Mas a rebelião é truncada por um delator. Todos sofrem duras sanções, como o exílio perpétuo e a pena capital. Tiradentes é o escolhido para a desonra maior. Será enforcado numa praça, no Rio de Janeiro, e seu corpo, esquartejado, ficará exposto nos postes ao longo do caminho que os rebeldes iriam percorrer. É uma advertência para novas revoltas. O aprendiz de Tiradentes, que dá o nome ao livro, é Hélio, um jovem que passa a morar com Joaquim José da Silva Xavier para auxiliá-lo e aprender seu ofício. Simone Athayde serve-se dele como testemunha ocular dos principais fatos citados na obra. É assim que ela resgata os detalhes da vida do alferes. O livro termina como terminou a história: com a morte, a derrota e a humilhação. Mas mostra o começo de uma independência que anos mais tarde acontece. É o alvorecer da democracia que hoje vivemos.



Carlos Lázaro | | 14/06/2011
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Sinalizar esta mensagemO aprendiz de TiradentesQuinta-feira, 28 de Abril de 2011 13:19
De: Este remetente é verificado pelo DomainKeys"Manoel Messias" <luminarialivraria@gmail.com>Adicionar remetente à lista de contatosPara: simoneathayde@yahoo.com.brBom dia, Sra. Simone Athayde!

Este bilhete é, apenas, para dizer que a Senhora é muito malvada!
Raros livros me trouxeram a emoção que este teu "O aprendiz de Tiradentes"!
Obrigado por tê-lo escrito e, tão bem.
Isto não é uma "analise literária", é apenas a opinião de um leitor que ama os bons livros...

Parabéns pela publicação deste...


Luminária Livraria e Cafeteria



jornal Tribuna de Anápolis | | 14/06/2011
Resenha do Jornal tribuna de Anápolis, no link: http://www.tribunadeanapolis.com.br/index.php?option=com_flippingbook&view=book&id=63:15052011&catid=2:tribuna-de-anapolis




Rita de Cássia Amorim Andrade | Teresina-PI | 26/04/2011
Simone, passei para visitá-la. Ainda não li os seus escritos, mas o momento será oportuno. Sucesso. Cheiros, Rita de Cássia - recém-REBRA
www.portalritissima.com.br



Rubens MMaia | Anápolis-GO | 13/11/2009
olá, Simone!

hoje tive o prazer de dizer a vc, pessoalmente, o quanto seu livro me impressionou. porém, não disse que me sinto honrado por conhecer alguém que tenha realizado seus sonhos com tanta maestria, digo da maneira como vc tece sua trama e de como articula as palavras de forma que a obra final esteja à altura de todo e qualquer elogio vindouro ou omitido num sorriso de contentamento.
ler seu livro em dezessete horas não foi o meu maior trunfo. a maior recompensa, de fato, foi poder "degustar" - como vc mesma sugere - cada trecho do seu livro sem atentar para o correr das horas.

que Deus a ilumine sempre com graça e talento. é meu voto sincero.




Anna Emilia de Rodat | Anápolis-GO | 14/07/2009
Olá Simone,
Parabéns pela iniciativa ... ousadia .... e, especialmente por seu espírito literário!!!

Apaixonei-me pela trama, li seu livro em um piscar de olhos !!!
Encantei-me com diversas reflexões, dentre elas:
"... nada é definitivo, não tenho que ser a mesma para sempre. Minhas partes tristes, fracas, podem ser melhoradas. O futuro pode ser bom. Aliás o presente já é."

Obrigada pelo presente !!!
com carinho
Anna Emilia de Rodat



diário da manhã | goiânia-GO | 24/06/2009
A saga dos Almeida, irmãos editores

24/06/2009

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Por meio de um amigo, chega-me às mãos o livro Calipso e Ulisses, de Simone Athayde. Com 147 páginas, trata-se de uma publicação da Editora Kelps.

De imediato, a obra chama a atenção pelo esmerado acabamento. Publicação deste ano, a capa informa ser a segunda edição do primeiro romance da autora, que é goiana (informações contidas na orelha), formada em Odontologia e graduada em Letras e que, aos 9 anos de idade, já produzia poemas.

Embora relate um drama familiar comum, Calipso e Ulisses é uma narrativa exemplar, não apenas devido à correção da escrita, mas por apresentar certa beleza estilística da jovem autora.

Na verdade, uma novela urbana contemporânea, na qual a banalidade do enredo e o pouco expressivo perfil dos personagens são superados por uma narrativa madura, ágil, e, em alguns pontos, com certa engenharia literária.

Porém, um dos lados que despertam interesse é perceber o avanço técnico e editorial da Kelps, que de simples gráfica, quando começou, no início dos anos 1980, adquiriu inquestionável dimensão profissional.

Os Almeida chegaram do Sudoeste Goiano em 1983. O patriarca, João Boldrin de Almeida, com a mulher, Joana Barros de Almeida, instalou uma pequena gráfica no alpendre da acanhada residência, onde o casal vivia com os filhos Antônio, Waldeci, José e Ademar, na Vila Brasília.

Os irmãos Almeida, em certa medida, imprimem sua marca na vida literária goiana como o fizeram os irmãos Oriente, tempos antes.

Com 50 funcionários, a Editora Kelps produziu quase dez mil títulos. “Em matéria de tecnologia, não ficamos atrás de ninguém”, enfatiza, com certo orgulho, Antônio Almeida, que coordena os trabalhos na empresa.

Os maiores produtores de livros em Goiás, os irmãos empresários buscam avançar em eficiência quanto à distribuição do volume que sai semanalmente de suas oficinas. Além de Goiás, a Kelps tem pontos de venda no Tocantins, Distrito Federal e está expandindo seus negócios no Rio de Janeiro e em São Paulo.

Os Almeida traçam em sua trajetória de livreiros um ponto incomum: não querem ser apenas comerciantes bem-sucedidos do livro. Antônio faz questão de destacar um certo compromisso com a literatura de Goiás e seus criadores.

Nessa direção, tem custeado a ida de outros livreiros e autores às bienais nacionais de livros (São Paulo e Rio de Janeiro). Sem falar na Bienal do Livro de Goiás, uma realização da Secretaria de Estado da Educação em parceria com a Agência Goiana de Cultura (Agepel), neste ano.

Em um universo ultrafechado, devido aos altos custos de uma publicação, os Almeida buscam facilitar a vida do escritor, principalmente dos iniciantes. Para isso, parcelam pagamentos em até dez vezes.

A prática da empresa não constitui nenhum favor, porém, veste-se de certa racionalidade e sensatez, ao passar longe da ganância que domina o mercado editorial.

A iniciativa é louvável em um País onde poucos têm acesso ao livro e onde bibliotecas ganham a conotação de “coisa para ricos”.

O esforço dos Almeida ganha mais brilho no momento em que Paulo Araújo, o mais tradicional livreiro goiano, fechou as portas de sua loja. Com isso, o Estado ficou literariamente mais pobre.

Claro que à Editora Kelps falta avançar mais, principalmente na seleção do material a publicar e na distribuição desse produto para outros mercados.

Paralelamente, deverá investir em uma bem-delineada estratégia de marketing e firmar convênios com secretarias de Educação e Cultura e outras entidades ligadas ao livro.

Esses passos certamente não descartam a necessidade de continuar investindo em tecnologia e pessoal especializado na produção e distribuição de livros.

Em um País onde o livro é colocado na estante como objeto de decoração e quase nunca como fonte de informação e conhecimento, é notável o esforço dos irmãos Almeida, que despontam quase como o último foco de luz sobre o livro.

Um tênue e resistente brilho no eito literário do sertão goiano.



zezinho | SAO PAULO_SP | 11/05/2009
Ola querida!Que belo trabalho o seu,sou amigo do negao e vou comprar um livro seu!Tambem escrevo tenho blog e um livro indepentente,ve se aparece la no meu blog ficarei muito honrado com a ilustre visita...Desejo toda a sorte do mundo em sua jornada,felidades,paz,sucesso e muita fé!!!Vc escreve muito bem estou admirado...Abraços!!!E até mais...


Profa. Dra. Débora C. Santos -UFG | Anápolis-GO | 23/04/2009
Simone, ainda não li seu livro, mas somente com a apresentação e o resumo da história de Ulisses que voce fez, já estou ansiosa por começar a leitura... Voce é sensível e maneja muito bem essa ferramenta preciosa que é nossa língua mãe! Parabéns. O mundo perdeu uma artesã do sorriso e ganhou uma artista do verbo! Adorei seus poemas e a forma descontraída como voce escreve. Creio que voce terá muito sucesso em suas incursões pelo mundo infantil.
Fico orgulhosa de ser sua professora e poder contribuir para seu crescimento na área da literatura.



José Mendonça Teles | Anápolis-GO | 08/04/2009
Estimada Simone, li seu livro no supetão, não tinha como parar. Cada página me atraia mais e após a leitura, ainda no calor da emoção, tentei passar-lhe um imêi expondo todos os meus sentimentos, mas não consegui passá-lo, pois faltou o hotmail.

A narrativa envolvendo Calipso, Carlos, Ligia e Ulisses faz com o leitor ame seu livro, que tem lugar grantido na literatura brasileira.

Você tem jeito para a coisa. Vou passar hoje mesmo seu livro para minha neta Laura, de 15 anos. Ela adora romances e o seu se enquadra perfeitamente nos livros preferidos por ela.
Conte comigo, seu leitor amigo.



Renata Normanha | Goiania-GO | 07/04/2009
MInha querida amiga, no pouco que se faz, muito se diz... Seu conto é o suficiente para sentir que vc traz o mundo literário no coraçao e na alma.
Quero dizer a voce que me sinto uma privilegiada por ter tido a oportunidade de ler seu livro quando ainda dava seus ultimos passos em direçao ao final esperado. Li novamente seu livro... devo dizer: predominancia de conteudo, de talento e de outros predicados que darao a voce a vitoria desejada. Nao tive a oportunidade de parabeniza-la no dia do lançamento, mas hoje quero aproveitar seu espaço para desejar a voce toda alegria que se pode sentir, quando se ve um projeto que tanto desejamos, chegar ao fim com sucesso.
Agradeço ainda sua amizade que muito engrandece meu pequeno mundo e agradeço principalmente por ter sido a força que me levou tambem ao mundo das letras.
Um grande abraço
Renata



Eliana | Goiania-GO | 03/04/2009
Querida Simone,

Sinto-me imensamente orgulhosa em ter uma irmã escritora, ainda mais com esse talento.
Seu livro é lindo, bem escrito, surpeendente, emocionante, enfim maravilhoso.
Que você possa continuar nos brindando com seu talento, com sua originalidade, criatividade e delicadeza.

Beijo grande da sua fã de 1º hora!

Eliana



Allyson de Sousa | Tribuna de Anápolis - Anápolis-GO | 18/03/2009
Os ingredientes da receita para um bom romance pululam no livro. A escolha de como a história deveria evoluir, os elementos que a marcam de forma mais evidente, a maneira como os personagens interagem, além de sua riqueza intrínseca. O início da leitura é um convite a uma surpresa em termos de fruição.

Olavo, pai de Calipso, advogado culto e de passado obscuro, obcecado pela ninfa oceânida amante do herói grego, a ponto de ter posto o nome da personagem homérica na própria filha. Lígia, a lúgubre mãe do espirituoso Ulisses, portadora de um estranho ódio pelo pai da jovem Calipso, com a qual Ulisses tem um caso de amor.

A própria autora deixa clara sua intenção de estabelecer uma rede de aproximações entre a narrativa que desenvolve e o mito grego. Imediatamente, o leitor aceita o desafio da jornada, e estabelece com Athayde aquele pacto secreto que faz do ofício de escritor moderno a mais refinada forma de estabelecer vínculos de amizade. As construções dos personagens prometem. O pai, Olavo, é quem mais interessa.
É híbrido o mundo no qual os personagens se movimentam. Se Olavo é um Zeus feito à imagem e semelhança do superego, Lígia é a imagem das potências ctônias (i.e, subterrâneas), puro instinto destrutivo. Éris (a Discórdia) derruída, seu fito é a destruição do mundo. A implacabilidade do destino é sugerida à la première. Isso aproxima a narrativa de Athayde da tragédia clássica.

De forma geral, o leitor tem a impressão de estar diante de um livro forte, conformado em uma inicial mas genuína obra de arte. Athayde estabelece o plano para a sua excrescência mais-que-original. Arma com bom concreto as linhas ousadas de seu edifício narrativo. O leitor menos ingênuo quase não se contém de desejo para entrar em contato com mundos em cataclismo, a last glance over the lanscape, como talvez Steinbeck o faria.

Em resumo, Athayde concebeu o plano de um livro fabuloso, mas conteve sua força por meio de um uso imoderado do arcabouço moral pequeno-burguês, que atuou como censor dos ganhos expressivos da condução da tragédia a uma situação-limite da condição humana das personagens. Esse, aliás, era o modo como os gregos abordavam e viviam seus mitos de criação. Tal não desautoriza, de forma alguma, o talento avassalador da escritora, talvez a causa de tão evidente contensão. A prova é, justamente, a audácia do maquinismo que planejou.

Há uma grande romancista em Simone Athayde. Deixá-la aflorar é o grande desafio de suas (enormes) potencialidades.



Rogério Veloso - Blog do Negão | Anápolis-GO | 17/03/2009
Com uma narrativa delicada e elegante, Simone de certa forma brinca com seus personagens como que os embaralhando com os de Homero. Existe um personagem chamado Ulisses, que é filho de Lígia, mas o verdadeiro Odisseu na história é Olavo, prisioneiro de um passado que não lhe é dado esquecer. Lígia, por sua vez, encarna Penélope. Se na narrativa de Homero, Penélope tecia uma mortalha durante o dia para desfazer todo o trabalho à noite, tornando seu trabalho eterno, Lígia renovava a cada manhã seu ódio declarado por Olavo, não se permitindo esquecer o passado que os liga. Não são coincidências, mas alegorias.

http://r.veloso.silva.blog.uol.com.br/



Maria Raimunda Gomes | Anápolis-GO | 16/03/2009
Apresentar o primeiro romance de uma escritora é tão delicado quanto o gesto de colher uma rosa no jardim e com ela enfeitar a nossa casa. Se a rosa é o símbolo da poesia, do esotérico, da beleza, do perecível e do eterno, assim, de fato, é a obra romanesca. Esta vive o seu tempo, mas também pode ultrapassá-lo. Nesse sentido, o romance Calipso e Ulisses poderá despertar no leitor real, de hoje e de amanhã, o gosto pela aventura que tece a sua intriga. A narrativa de Simone Alves Athayde possui uma linguagem moderna, bonita e poética; há nela uma polifonia de vozes femininas que procuram desvendar os recônditos da alma humana e da relação familiar.

Já foi pressagiado, no século XX, que o romance iria desaparecer, pois o homem dos tempos da tecnologia já não teria mais história para contar, por ser apenas um espectador dos acontecimentos. Ainda assim, a narrativa romanesca persiste, o que comprova que a arte de contar histórias só se extinguirá com o desaparecimento das civilizações. E se a sociedade virtual eliminar o gênero romance, outra forma de ficção surgirá em seu lugar. Como ainda tal fato não ocorreu, podemos ter o prazer de ler Calipso e Ulisses que, em sua intriga, discorre sobre os sentimentos: amor, ódio, fidelidade, traição, tão antigos e arraigados na alma do homem.

Por que será que a escritora Simone Alves Athayde escolheu para o título de seu romance nomes de personagens da epopéia grega, Odisséia? Certamente, porque o romance moderno continua dialogando com as suas origens. E será que os personagens desse romance viverão o idílio dos da epopéia? Acredito que sim, pois as relações e conflitos amorosos aqui estarão de acordo com as concepções de homem e mulher de outro tempo e espaço.

Posso ver nos protagonistas, Calipso e Ulisses, a determinação de ser feliz, de encontrar o verdadeiro amor. Para o (a) leitor (a) descrente do amor, pode parecer fantasiosa essa história, mas para aquele (a_ que ainda sonha com essa possibilidade), os protagonistas realizam esse ideal almejado.

Há encaixada na história de Calipso e Ulisses outra história, a dos personagens Lígia e Olavo. Serão duas intrigas de amor que se contrastam: uma em que a dor e a decepção não impedem o casal de obter a felicidade; a outra, o ódio e o remorso poderão mais do que o amor. Essa narrativa lembra-nos o romance do Romantismo, Amor de Salvação, de Camilo Castelo Branco, em que houve um amor destrutivo e outro regenerador. No entanto, a visão de mundo de Calipso e Ulisses diferirá bastante do romance português, uma vez que a história será narrada não mais pelo enfoque do personagem masculino. O personagem feminino, além de ter voz própria, fará suas escolhas amorosas e decidirá o seu próprio destino ao contestar a figura machista e patriarcal.

A nossa Calipso não possui apenas a face da feiticeira Calipso, mas também a da Penélope, mulher fiel e dedicada à família; e a de Helena, bela e infiel, porque a Calipso do século XXI é complexa, não podemos restringi-la a um mito. Todavia, os personagens Carlos e Ulisses recordam-nos o caráter do aventureiro Ulisses da Odisséia. É verdade que todos os dois, cansados de ligações amorosas superficiais, buscaram um porto seguro nos braços de Calipso-Penélope-Helena. Mas está só aceitará quem lhe infundir confiança no amor.

E somente lendo esse romance, que trata com verossimilhança os desencontros amorosos de duas gerações de classe proletária e burguesa, será possível conhecer a sabedoria e a força da mulher Calipso, embora fictícia, tão semelhante a muitas na vida real.

* Doutora em Teoria Literária. Professora de Literatura Brasileira da UEG – Anápolis



CORIVAL | Anápolis-GO | 15/03/2009
Simone, obrigado pelo livro. Recebí ontem e hoje o li inteiro. Parabéns! Ficou ótimo. Continue. A trama é perfeita. A leitura é agradável e fácil. As idéias batem. Estou esperando pelo próximo.


CHRISTIANE | Anápolis-GO | 14/03/2009
Estou super orgulhosa pela sua conquista. Quando comecei a ler seu livro estava na praia, e não consegui largá-lo antes de saber o final. Fiquei imaginando como estivemos privados de todo esse seu potencial literário, por tantos anos. Acredito q você já esteja enviando para várias editoras, pois pela riqueza literária este livro merece estar nas prateleiras da Saraiva, Nobel entre outras. MUITO SUCESSO!!!


Maria Regina | Anápolis-GO | 11/03/2009
Oi Simone !
Bom, em primeiro lugar quero te parabenizar pelo romance, foi muito bom lê-lo ou seja ficar com a companhia de Calipso neste dia de domingo, foi maravilhoso eu não sei o que caracteriza a qualidade de um romance por isso procurei na internet e no entanto todas as críticas que lia sobre: personagem, finalização, tempo, trama o seu se encaixava como muito bom, pelo menos ao meu ver, bem, ele me instigou a procurar saber sobre a Odisséia, me fez várias vezes emocionar, bem, o que mais eu discorro sobre o texto; é... perigoso ficar fazendo colocações em um texto tão bom.





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